Publicado em: 22 MAR 2019 às 14:30:00
Um levantamento realizado pelo Departamento de Fiscalização (Defis) do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (CREFITO-9) identificou um dado preocupante. Dos 151 hospitais do estado de Mato Grosso 60% não têm atendimento fisioterapêutico, ou seja, não contam com um Fisioterapeuta em seu corpo clínico.
Diversos estudos apontam os benefícios da fisioterapia em pacientes hospitalizados. A fisioterapia possui técnicas capazes de identificar precocemente disfunções cinético-funcionais e respiratórias, prevenir e minimizar a perda funcional, além de preservar a capacidade de realização de atividades do paciente.
A responsabilidade do Fisioterapeuta no hospital é avaliar, desenvolver e pôr em prática os procedimentos para diferentes condições, como o pós-operatório. Além de melhorar a qualidade de vida do paciente, o profissional contribui para a queda na taxa de mortalidade pós-alta.
Qualquer condição que altere a mobilidade da pessoa tem maior probabilidade de ser revertida ou amenizada se a fisioterapia hospitalar conduzir os exercícios com regularidade.
A ausência do Fisioterapeuta em unidades hospitalares pode contribuir para o declínio funcional, o aumento dos custos assistenciais e para o maior tempo de internação.
Fonte: Assessoria de Comunicação CREFITO-9
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