Publicado em: 14 MAR 2019 às 15:06:00
Muitos homens e mulheres têm vergonha e não falam que sofrem de incontinência urinária, por isso não é possível saber exatamente quantas pessoas possuem essa condição no Brasil. Entretanto, a Sociedade Brasileira de Urologia estima que mais de 10 milhões de pessoas de diferentes faixas etárias, sofrem com essa disfunção, que é definida pela perda involuntária de urina.
O dia 14 de março é destinado mundialmente à conscientização sobre os sintomas e tratamentos da incontinência, assim como para lembrar que ela pode ser prevenida.
A incapacidade de controlar a urina pode interferir nas atividades diárias, na qualidade de vida e na autoestima da pessoa, além de causar constrangimento e isolamento social do paciente. A boa notícia é que hoje existe tratamento efetivo e o melhor, é possível prevenir a incontinência urinária. Neste contexto entra a fisioterapia, que segundo estudos pode melhorar a condição do paciente com incontinência urinária em até 80% dos casos ou até levar à cura.
O tratamento varia de acordo com o tipo, a causa e a gravidade, podendo muitas vezes haver uma combinação de abordagens interdisciplinares com o médico e fisioterapeuta. Os recursos são inúmeros e vão desde aos mais tradicionais, como eletroestimulação e cinesioterapia até a realidade virtual.
A dra. Aline Francia, fisioterapeuta que atua na área da fisioterapia pélvica, atende mulheres que apresentam sintomas da incontinência urinária em vários graus, ela acredita que essa especialidade da fisioterapia é indispensável no tratamento. “Eu percebo que a fisioterapia é uma luz no fim do túnel para as minhas pacientes. Vejo claramente a evolução do tratamento, devolvendo a qualidade de vida às pessoas”, conta Aline.
Um em cada três idosos apresentam os sintomas da incontinência urinária, muitos acreditam que ela faz parte do envelhecimento. Em adultos, ela é mais incidente em mulheres acima de 40 anos e em gestantes. Os casos em homens apresentam 15% dos registrados, causada em grande parte por enfraquecimento do esfíncter relacionada à cirurgia para retirada de tumor na próstata.
A fisioterapeuta dra. Daniele Amorim atende homens e mulheres com essa condição de saúde e reforça que ela pode ser prevenida. “Hoje cuidamos também da prevenção. É possível evitar a surgimento da incontinência com exercícios que contraem o assoalho pélvico”.
Fonte: Assessoria de Comunicação CREFITO-9
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