Evento acadêmico

Fimca discute Terapia Ocupacional em Porto Velho

Cerca de 100 pessoas participaram do evento da instituição de ensino que até agora é a única a oferecer o curso de graduação em TO na jurisdição do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª região (Crefito-9)

Por Juliana Velasco


A rede de atenção básica dos municípios é incompleta quando não dispõe de Centros de Atenção Psicossocial (Caps) que engloba setores infanto-juvenil (Capsi), Álcool e Drogas (Caps -AD) e serviços de residência terapêuticas (SRT). A importância da intervenção dos profissionais na reabilitação da saúde, educação, política e reinserção social do paciente do Sistema Único de Saúde (SUS) foi debatida pelos palestrantes no I Encontro da Terapia Ocupacional (TO) da Faculdades Integradas Aparício Carvalho (Fimca), nos dias 3 e 4 de setembro, em Porto Velho (RO). Cerca de 100 pessoas participaram do evento da instituição de ensino que até agora é a única a oferecer o curso de graduação em TO na jurisdição do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª região (Crefito-9). Abertura de novas faculdades contribui para modificar o cenário de atuação dos profissionais, especialmente nas regiões onde não há investimentos em formação acadêmica, a exemplo, dos Estados Mato Grosso e Acre.

Para discutir as temáticas da área, a coordenadora do curso, Abeylle Anne da Silva, convidou membros do Crefito-9, representado pela vice-presidente, Solange Lopes e a conselheira efetiva, Juliana Borges de Oliveira. Além do vice-presidente do Crefito-2, Omar Luís da Rocha e a presidente da Associação dos Terapeutas Ocupacionais do Acre, Elaine dos Santos Fernandes. Os palestrantes se reuniram com a diretora acadêmica da instituição, Valdira Abreu Magalhães de Sá a fim de estabelecer estratégias de divulgação do curso e fomentar a realização do congresso da TO previsto para 25 a 26 de outubro deste ano, na Fimca. “Ampliar espaços é a nossa luta. Por isso, estamos felizes com as ações da Fimca. Agora, vamos batalhar para implantação do curso na UFMT”, frisa Lopes.

“In loco”

 Solange Lopes visitou, pela segunda vez nesta gestão, o Hospital de Base Porto Velho, locais do estágio de fisioterapia, unidade do Capsi infantil recém inaugurada, , Caps II Estadual Madeira Mamoré (atendimento aos portadores de transtorno mental adulto) e a Policlínica Oswaldo Cruz. “Os serviços apresentam várias dificuldades, mas os profissionais estão otimistas porque Porto Velho está em desenvolvimento. Ou seja, tudo está sendo construído”, disse a vice-presidente do Crefito-9 que teve aprovação da categoria por visitar “in loco” as demandas da região.

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